AS “ATITUDES FARISAICAS” SÃO PARA ABANDONAR!

“E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros:
Dois homens subiram ao templo, a orar; um, FARISEU, e o outro, PUBLICANO.
O FARISEU, estando em pé, orava consigo desta maneira:
Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, ROUBADORES, INJUSTOS E ADÚLTEROS; nem ainda como este PUBLICANO.
Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo.
O PUBLICANO, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado.” Lucas 18:9-14
Se aconteceram coisas que Jesus aborreceu sobremaneira, foram estas atitudes farisaicas, enquanto cumpria a Sua Missão Sublime neste mundo. O evangelista Lucas fez alusão a este ensino de Jesus quando advertia as pessoas para terem cuidado com esta “gente de elite”. Eles eram acusadores de outros por se considerarem melhores, evidenciando a sua soberba, orgulho, maldade, inimizade com Deus…
O Diabo também é chamado de Acusador. Apocalipse 12:10.
Imaginem o lugar onde estes dois personagens se encontravam. No Templo, a uma distância considerável um do outro. Os dois foram orar a Deus. Mas enquanto um orava, outro ficou a observar o outro enquanto orava. O fariseu, com os seus olhos bem abertos, via o publicano cabisbaixo, como que a esconder-se de alguém ou de modo a não ser visto, constrangido por vir à presença de Deus, orando. Ele usava de poucas palavras e pedia a misericórdia de Deus.
Que significava afinal “ser fariseu”? SER FARISEU era título de homem religioso judaico, muito inteligente e diferente de quem não tinha qualquer experiência com Deus.
Hoje, quando nos referimos a “um fariseu”, significa que estamos a lidar com alguém que exibe mais do que professa, (religiosamente falando).
Na vida dos FARISEUS da sociedade de então, eles teriam de parecer ser melhores, porque se regiam por princípios e por padrões de vida bem mais elevados dos “não religiosos”. Não significava que fossem melhores, mas esperava-se sempre que o fossem, para não serem surpreendidos pela negativa.
O termo FARISEU deriva de um verbo hebraico que significa dividir ou separar. Portanto, os fariseus consideravam-se “homens separados”, para terem muito mais proximidade com a verdade.
Na época de Jesus, estes FARISEUS não eram sacerdotes, mas muitos deles tinham sido treinados especificamente no estudo das Escrituras Sagradas, e seguiam a carreira do ensino, e eram chamados de mestres ou rabis. Temos o caso de Nicodemos, quando Jesus lhe disse: “Tu és mestre em Israel, e não entendes estas coisas?” João 3:10.
Os FARISEUS eram presunçosos pela sua própria “casta”, e adoravam ser bajulados pelos seus seguidores, e faziam de tudo para sobressaírem na sociedade… Essa era a sua atitude farisaica.
“Então, falou Jesus à multidão e aos seus discípulos, dizendo: Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e FARISEUS. Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam.
Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los. E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes, e amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras nas sinagogas, e as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens: Rabi, Rabi.” Mateus 23:1-7
Aquilo que os FARISEUS ensinavam na sinagoga, não o praticavam, mas impunham aos seus seguidores. Porém Jesus foi muito claro quanto ao modo de como os Seus seguidores deveriam viver: “Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e FARISEUS, de modo nenhum entrareis no Reino dos Céus.” Mateus 5:20
“E Jesus lhes disse: Olhai, e acautelai-vos do fermento dos FARISEUS e dos saduceus… Como não compreendeis que não vos falei a respeito de pães? Mas guardai-vos do fermento dos FARISEUS e dos saduceus. Então entenderam que não dissera que se guardassem, do fermento dos pães, mas da DOUTRINA DOS FARISEUS e dos saduceus.” Mateus 16:6,11,12.
A hipocrisia dos FARISEUS era manifesta por não viverem de acordo com os seus elevados padrões de justiça, e pela maneira como colocavam fardos pesados e difíceis de suportar sobre o povo, quando eles próprios não estavam dispostos a movê-los.
Os FARISEUS gloriavam-se da sua própria justiça e só faziam boas obras para serem vistos pelos homens. Mateus 23:5-12; 6:1-6,16-18; Lucas 18:9-14
João Batista chamou os FARISEUS de “raça de víboras”, uma vez que se escondiam numa “bondade” aparente, sob a ligação deles a Abraão, Mateus 3:7-9. O Senhor Jesus confirmou isso. Mateus 23:33
Os FARISEUS eram “condutores cegos de outros cegos”. Eles procuravam fazer proselitismo, mas na realidade deixavam os homens fora do Reino dos céus. Mateus 15:14; 23:13-15
Um exemplo de como eram os FARISEUS foi quando Jesus foi convidado para uma refeição na casa de um deles:
“Um dos FARISEUS convidou-o para comer com ele; e entrando em casa do FARISEU, reclinou-se à mesa.
E eis que uma mulher pecadora que havia na cidade, quando soube que ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com bálsamo; e estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo.
Mas, ao ver isso, o FARISEU que o convidara, falava consigo, dizendo: Se este homem fosse profeta, saberia quem e de que qualidade é essa mulher que o toca, pois é uma pecadora.
E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, tenho uma coisa a dizer-te.
Respondeu ele: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro, cinquenta. Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles, pois, o amará mais?
Respondeu Simão: Suponho que é aquele a quem mais perdoou.
Replicou-lhe Jesus: Julgaste bem.
E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta, com as suas lágrimas os regou e com os seus cabelos os enxugou. Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta, com bálsamo ungiu-me os pés. Por isso te digo: Perdoados lhe são os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.” Lucas 7:36-47
Por que razão o Senhor Jesus denunciou o FARISAÍSMO? Em parte por causa da hipocrisia dos seus representantes, daqueles que “diziam, mas não praticavam”, (Mateus 23:3), e também pela tentativa de quererem “adaptar” a eterna Lei de Deus às inconstantes condições humanas.
Os FARISEUS comprometiam a justa e absoluta Lei divina, (Mateus 15:3), ao aplicarem a si mesmos, e aos seus seguidores, certos deveres exteriores. Muitos “facilitavam a justiça” para com alguns para atingirem os seus objetivos através de uma “certa obediência”, e faziam os seus “truques” para que os líderes fariseus pudessem pensar que tinham feito tudo o que deles era exigido.
Jesus conhecia bem o coração destes FARISEUS e as suas atitudes também. E ensinou-lhes que mesmo quando essas exigências eram cumpridas, não poderiam permanecer firmes nelas. E ainda que alguém pudesse cumprir todas essas exigências, ainda assim seria considerado um “servo inútil”, pois tinha feito somente o que lhe tinha sido proposto. Lucas 17:10.
Jesus censurou os escribas e os FARISEUS por adorarem a Deus de maneira vã, ensinando palavras deles como se fossem a Palavra de Deus, mas usando apenas “preceitos de homens”. Mateus 15:9, Marcos 7:7. Os FARISEUS agiam assim. Mas na parábola, Jesus mostra-nos que somente Deus tem acesso ao íntimo do coração do homem. Como pode alguém dizer que ora a Deus “falando consigo mesmo”?
E como pode alguém querer mostrar a Deus o que há de melhor em si próprio, se comparando com outros?
SERÁ QUE POR VEZES NÓS TAMBÉM ADOTAMOS ATITUDES FARISAICAS?
Ao olharmos para os dois personagens, tanto o FARISEU como o publicano, precisamos de nos “rever” neles, honestamente… Como estamos nós a viver a nossa própria vida? Que espelhamos através do nosso comportamento? A nossa carnalidade ou a nossa semelhança em Cristo?
O mais importante de tudo é a nossa relação íntima com Deus. Infelizmente, muitos de nós que fomos salvos um dia, ainda adotamos comportamentos muito semelhantes aos dos FARISEUS. E se não tivermos coragem de perceber isso, é ainda pior, “Pois não há pior cego do que aquele que não quer ver”.
Precisamos muito de ter na nossa mente, e acima de tudo, no nosso coração, a Palavra de Deus que nos ensina como andar diante de Deus e dos homens. “Examine-se, pois, o homem a si mesmo.” 1Coríntios 11:28. “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” 2 Coríntios 13:5.
“…O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira:
Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo.”
A postura física do FARISEU era para ele o mais relevante, mas para Deus, não! A reverência e o temor ao Seu nome, sim!
Os FARISEUS não se conheciam a si mesmos, nem quem Deus era! Eles conheciam apenas a letra da Lei, mas não o espírito da Lei.
No nosso relacionamento com Deus, o mais importante é sabermos quem nós somos e quem Deus é. E enquanto os seguidores dos fariseus andavam escravizados pela imposição dos seus preceitos religiosos erróneos que os oprimiam, o Senhor Jesus apresentou-se com UM CONVITE completamente diferente e libertador.
É um convite à salvação de nós mesmos e de todos os nossos opressores e acusadores. Só não é LIVRE quem não conhece Deus e a Sua Palavra, e a aceita…
“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” Mateus 11:28-30.
J.F.
“Um dos FARISEUS convidou-o para comer com ele; e entrando em casa do FARISEU, reclinou-se à mesa.
E eis que uma mulher pecadora que havia na cidade, quando soube que ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com bálsamo; e estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo.
Mas, ao ver isso, o FARISEU que o convidara, falava consigo, dizendo: Se este homem fosse profeta, saberia quem e de que qualidade é essa mulher que o toca, pois é uma pecadora.
E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, tenho uma coisa a dizer-te.
Respondeu ele: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro, cinquenta. Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles, pois, o amará mais?
Respondeu Simão: Suponho que é aquele a quem mais perdoou.
Replicou-lhe Jesus: Julgaste bem.
E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta, com as suas lágrimas os regou e com os seus cabelos os enxugou. Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta, com bálsamo ungiu-me os pés. Por isso te digo: Perdoados lhe são os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.” Lucas 7:36-47
Por que razão o Senhor Jesus denunciou o FARISAÍSMO? Em parte por causa da hipocrisia dos seus representantes, daqueles que “diziam, mas não praticavam”, (Mateus 23:3), e também pela tentativa de quererem “adaptar” a eterna Lei de Deus às inconstantes condições humanas.
Os FARISEUS comprometiam a justa e absoluta Lei divina, (Mateus 15:3), ao aplicarem a si mesmos, e aos seus seguidores, certos deveres exteriores. Muitos “facilitavam a justiça” para com alguns para atingirem os seus objetivos através de uma “certa obediência”, e faziam os seus “truques” para que os líderes fariseus pudessem pensar que tinham feito tudo o que deles era exigido.
Jesus conhecia bem o coração destes FARISEUS e as suas atitudes também. E ensinou-lhes que mesmo quando essas exigências eram cumpridas, não poderiam permanecer firmes nelas. E ainda que alguém pudesse cumprir todas essas exigências, ainda assim seria considerado um “servo inútil”, pois tinha feito somente o que lhe tinha sido proposto. Lucas 17:10.
Jesus censurou os escribas e os FARISEUS por adorarem a Deus de maneira vã, ensinando palavras deles como se fossem a Palavra de Deus, mas usando apenas “preceitos de homens”. Mateus 15:9, Marcos 7:7. Os FARISEUS agiam assim. Mas na parábola, Jesus mostra-nos que somente Deus tem acesso ao íntimo do coração do homem. Como pode alguém dizer que ora a Deus “falando consigo mesmo”?
E como pode alguém querer mostrar a Deus o que há de melhor em si próprio, se comparando com outros?
SERÁ QUE POR VEZES NÓS TAMBÉM ADOTAMOS ATITUDES FARISAICAS?
Ao olharmos para os dois personagens, tanto o FARISEU como o publicano, precisamos de nos “rever” neles, honestamente… Como estamos nós a viver a nossa própria vida? Que espelhamos através do nosso comportamento? A nossa carnalidade ou a nossa semelhança em Cristo?
O mais importante de tudo é a nossa relação íntima com Deus. Infelizmente, muitos de nós que fomos salvos um dia, ainda adotamos comportamentos muito semelhantes aos dos FARISEUS. E se não tivermos coragem de perceber isso, é ainda pior, “Pois não há pior cego do que aquele que não quer ver”.
Precisamos muito de ter na nossa mente, e acima de tudo, no nosso coração, a Palavra de Deus que nos ensina como andar diante de Deus e dos homens. “Examine-se, pois, o homem a si mesmo.” 1Coríntios 11:28. “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” 2 Coríntios 13:5.
“…O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira:
Ó Deus, graças te dou, porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana e dou os dízimos de tudo quanto possuo.”
A postura física do FARISEU era para ele o mais relevante, mas para Deus, não! A reverência e o temor ao Seu nome, sim!
Os FARISEUS não se conheciam a si mesmos, nem quem Deus era! Eles conheciam apenas a letra da Lei, mas não o espírito da Lei.
No nosso relacionamento com Deus, o mais importante é sabermos quem nós somos e quem Deus é. E enquanto os seguidores dos fariseus andavam escravizados pela imposição dos seus preceitos religiosos erróneos que os oprimiam, o Senhor Jesus apresentou-se com UM CONVITE completamente diferente e libertador.
É um convite à salvação de nós mesmos e de todos os nossos opressores e acusadores. Só não é LIVRE quem não conhece Deus e a Sua Palavra, e a aceita…
“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” Mateus 11:28-30.
J.F.
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